Mostrando postagens com marcador Eu Tentando Ser Blogayro Critico Tendência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eu Tentando Ser Blogayro Critico Tendência. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de março de 2018

O Problema do Roteiro do WoW

No marketing existe uma ferramenta que consiste em basicamente pesquisar como o público pensa para poder oferecer serviços e produtos que possam chamar a atenção ou agradar mais os consumidores.

Trata-se de uma ferramenta legítima e que possui sua importância, mas que não pode ser abusada, principalmente em alguns mercados como os que envolvem histórias sendo contadas (novelas, animes, jogos, etc). Basicamente porque a população média pensa como consumidor e não como escritores ou designers.

Um exemplo do que estou falando foi o que aconteceu com o final do mangá/anime Bleach. O roteiro passou a ser orientado pelos desejos dos fãs, dando o que eles desejavam e até revertendo a morte de um personagem muito querido, e o resultado foi terrível. A última saga de Bleach é muito ruim.

Um dilema semelhante acontece com o World of Warcraft, que é o maior tema do meu blog atualmente. Se for feita uma pesquisa rápida com os jogadores é possível ver que a maioria deles tem maior afinidade com a Aliança do que com a Horda. E os roteiristas e escritores do jogo se guiam a partir desta informação. Personagens da aliança são muito mais destacados do que os personagens da Horda, inclusive, durante Antorus não temos nenhum personagem da Horda participando do combate final contra a Legião. E o número de personagens Humanos é muito maior do que qualquer outra raça, o que se reflete inclusive no número de Campeões de Ordem da raça humana (só na Ordem dos Sacerdotes temos três).

Ao invés de criar personagens da Horda que possam equilibrar a disparidade entre a identificação dos jogadores, e criar conteúdo para ambas as facções de forma equilibrada, eles seguem pensando como população comum ao invés de roteiristas/designers neste sentido.

Este problema se reflete também em outros conteúdos. A morte de Vol'Jin e sua substituição por Sylvannas aconteceu, principalmente, porque Sylvanna's é a personagem mais querida dentro da Horda (tou mentindo?)

E com os Pandarens este problema se intensifica, porque a história deles continua sendo orientada como sendo uma raça de brincadeira fazendo paródia com Kung-Fu Panda. Quando poderíamos ter uma raça que tivesse uma perspectiva mais neutra e mais crítica dentro das facções - e talvez secretamente tentando construir um acordo de paz.  Mas ao invés disto temos personagens e histórias Pandaren sem relevância nenhuma: Ji Pata de Fogo não aparece na cinemática do banquete de comemoração da Horda; e a campanha da Ordem dos Monges foi em busca de uma cerveja, enquanto o mundo estava em guerra contra a Legião.

Eu sou um jogador que jogo em ambas as facções. Oito personagens nível 110 e contando. E queria ver histórias com grande relevância política de ambos os lados. É pedir muito que a Blizzard pare de usar os fãs como PRINCIPAL orientador de como suas histórias vão ser escritas?

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Bayonetta 3



Bayonetta 3 foi anunciado, uma das notícias mais felizes que tive mais recentemente, e espero que em breve Devil May Cry 5 também dê as caras. No trailer vemos Bayonetta no seu visual clássico enfrentando um tipo de ser misterioso envolto de energia.

Pistolas Vermelhas
Tem três coisas que quero comentar:

1 – Em que período o jogo se passa? Será que Bayonetta 3 acontecerá antes dos eventos do primeiro jogo ou será que ocorre entre o primeiro e o segundo. Afinal, a nossa protagonista está usando o visual do primeiro jogo, e isto pode ser um indicio de em que momento ele se passa. Ou então que a primeira etapa do jogo se passará entre o primeiro e o segundo jogo, para depois avançar no tempo.

2 – A cor do jogo será roxo: Bayonetta 1 tem como cor tema o vermelho, presente no circulo mágico, nas fitas, na cor da pistola e nos assessórios do jogo, além de que a história gira em torno das Umbra Witches, que são caracterizadas pelo vermelho. Em Bayonetta 2 a cor tema do jogo é o azul, presente em diversos assessórios, nas pistolas da protagonista, no circulo mágico (que agora faz referência à meia lua) além da história trazer à tona os Lumen Sages, que possuem o azul como cor símbolo. E o jogo também possui água como um tema recorrente.

Bayonetta 3 trás como cor tema o roxo. Um misto de azul e vermelho, fazendo referência talvez o equilíbrio entre as duas forças supracitadas ou uma nova força entre os Sábios e as Bruxas. A logo do jogo agora possui um tom roxo e a entidade que a ataca no trailer é coberta de uma energia roxa.


3 – Simbolismo oculto na Logo: Quando o Team Little Devils criou o Design do Devil May Cry 3, eles colocaram uma mensagem “oculta” na logo, fazendo com que o 3 do jogo fosse derivado de um zero. Agora que o Team Little Angels esta fazendo o terceiro jogo da série Bayonetta será que eles não mantiveram o padrão?
Três ou zero?

E daí, não sei vocês, mas quando eu vejo a “Logo” de Bayonetta 3 eu vejo um grande quatro no lugar de um três. Claro, ainda dá para ver o número três, mas não é a primeira coisa que aparece à vista.

Talvez exista algum jogo temporal? Será que o Bayonetta 4 se passa depois de Devil May Cry 5? Será que o Bayonetta 4 se passará depois de Bayonetta 3 (e a logo do quatro lembrará um três?).

 
Bayonetta 3 (ou quatro)

domingo, 29 de outubro de 2017

WoW: O que acontecerá com nossas Armas Artefato?


 [PEQUENOS SPOILERS A FRENTE]
 
Legion esta chegando ao fim e com isto uma duvida paira no ar: o que acontecerá com as nossas queridas e amadas Armas Artefato?
Minha queridinha
Muitas pessoas acham que vamos perdê-las e vamos voltar a usar armas normais. E algumas das armas que estão no jogo são uma opção para quando chegar o conteúdo novo a gente ter algo mais do que umas armas tipo incomum (verde) pra usar.
 
Mas se eu fosse desenvolvedor da Blizzard eu faria diferente. Sim, este é um post sobre minhas ideias e imaginação. Mas se ligue aí, se eu pudesse definir os rumos, ao invés de fazer com que as armas sejam perdidas eu faria o seguinte:
 
Sargeras abre uma ferida em Azeroth, destruindo Silithus (muita gente odeia aquele lugar mesmo) fazendo escorrer sangue de titã e ferindo gravemente a Titan Azeroth. As doze ordens das classes conseguem trabalhar juntas fechar o ferimento mas também extraem sangue de titã, que é utilizado para potencializar as armas artefato.
 
Silithus Destruída
Com isto, um novo sistema de progressão de artefato é destravado e o anterior é descartado. Itens que concedem poder de artefato são removidos do jogo, junto com o sistema antigo, que não teria relevancia em termos de leveling do 110 para o 120.
Um sistema de compensação iria garantir um conjunto de recursos extras no novo sistema dependendo do quanto de niveis de artefato foram destravados nas armas, garantindo uma transição justa. Por exemplo, se você tem 60 níveis de artefato destravados, na transição você ganharia, sei lá, 10 níveis de neo artefato, por exemplo, no novo sistema durante a transição do 7.4 para o 8.1.

O conhecimento de artefato dividido igualmente entre todos os personagens seria então uma forma de garantir que todos os jogadores possuam uma chance de experimentar o sistema final no jogo, e garante que todos possam conseguir uma grande quantidade de poder de artefato para a transição. Reliquias, entretanto, continuariam iguais, tres para cada arma artefato.

Isto é o que eu faria, com certeza não agradaria um monte de gente, mas garante um novo sistema de progressão ao invés de acumular outro em cima de um que já existe ou simplesmente descartar as armas mais poderosas de Azeroth.

Claro que a Blizzard talvez não faça isto. Ainda existe a chance de todos usarmos nossas armas artefato para selar o ferimento em Silithus, e com isto a perdermos.
 
Se o poder fosse meu, o próximo passo seria os Artefatos Titanicamente Empoderados.

sábado, 19 de agosto de 2017

Guerras Secretas parte 2: melhor


A segunda parte da história de Guerras Secretas foi publicada, como parte da segunda etapa do War Chest do Starcraft 2. O que a principio poderia ser outra decepção no nível da parte 1 acabou se mostrando uma história gratificante, apesar de seis páginas.

A segunda parte de Guerras Secretas aproveita a personagem Niadra (deixada no Limbo após Heart of the Swarm) e aproveita cada oportunidade - das seis páginas - para montar uma narrativa Zerg, coisa que Heart of the Swarm falhou em fazer.

Desta vez foi bem melhor e valeu a pena, apesar de continuar sendo curto demais.



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Starcraft 2 - Sombras da Guerra: Decepção


Mês de Julho eu não ia postar nada porque estou em processo de escrever muitos relatórios e de organizar o próximo semestre. Mas eu tive que postar por causa da decepção de hoje.

Starcraft II lança um novo evento em que um monte de skins para unidades podem ser adquiridas. Este evento vem junto com um conjunto de três histórias, um arco chamado Guerras Secretas.

Essas histórias prometem mostrar o futuro do Setor Koprulu após os eventos de operações secretas. Fiquei em duvida se ficava entusiasmado ou não, porque a história de Starcraft II depois de Wings of Liberty ficou bem infantil e (mais) maniqueísta.

Seria uma chance de mostrar novos eventos a afim de iniciar uma nova narrativa, que voltasse as origens do que era a trama política de Starcraft 1? Seria a chance de explorar o Protetorado Umojano e a União Kel-moriana enquanto facções que possuem suas próprias agendas?

D E C E P Ç Ã O

Guerras Secretas parte 1 possui apenas quatro páginas de história em que mostra uma personagem muito parecida com a Jessica Hall se envolvendo em um esquema de roubo de equipamentos em um planeta com Zergs e sob vigilância de uma nave espacial Protoss comandada por Urun.

E SÓ

Será que os roteiristas não sabem mais escrever histórias boas e com bons ganchos políticos? Será que eu vou ficar assim quando chegar aos quarenta? Porque olha... se isto é explorar a história do setor koprulu, então meus fanfics devem ser verdadeiros tratados sobre o universo.

A próxima parte da história virá dia 16 de Agosto, e eu espero que não tenha que esperar quase um mês para ganhar apenas mais quatro páginas de história. E tomara que essa história xoxa possa evoluir para algo que valha a pena, ao invés de ser um pequeno conflito de nada.


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Cadê o Pacote de Missões do Stukov?


Alexei Stukov, líder dos Terranos Infestados Independentes, foi anunciado hoje para o Heroes of the Storm. Com isto todos os principais personagens Zergs finalmente chegaram no Nexus. Falta apenas a Izsha mas é muito improvável que a personagem seja um herói dentro do jogo.

Podiam ter aproveitado a oportunidade para anunciar um pacote de missões para o Stukov. Cada personagem Zerg, na verdade, merecia um pacote de missões explorando suas particularidades. E poderiam aproveitar parte das mecânicas dos personagens nos jogos cooperativos - neste sentido ainda falta o Dehaka, que com certeza virá com um sistema beeeeemmmm diferente dos demais Zergs, assim como o Stukov.

Mas será que vamos ganhar mais pacotes de missões ainda? Nova Operações Especiais não foi muito bem avaliado de uma maneira geral. Principalmente por conta de sua história muuuuuuito fraca (Nova merecia uma campanha melhor) e porque o design de algumas missões não foi bem satisfatória.

Eu desejo, do fundo do meu coração, que tenhamos mais pacotes de missões e com histórias mais bem trabalhadas, interessantes e que não caiam em obviedades.

E que o Stukov receba uma campanha digna!


domingo, 15 de janeiro de 2017

O Escurecer de Tristam


Queria ter escrito antes, mas aquele drama básico com o trabalho...

Tristam e seus habitantes
Eu joguei o Diablo I original. Zerei o jogo com o Warrior, tinha planos de depois ir com a Rogue e depois com o Wizard, mas nunca deu muito certo. Diablo I é um jogo muito bom, atemporal, eu diria. Uma vez que você começa a jogar e entende como ele funciona, não dá para não jogar e não apreciar a obra de arte que ele é.

Por isto que, quando o escurecer de Tristam iniciou, eu fui direto conferir o resultado.

O Escurecer de Tristam é um evento que permite aos jogadores experimentarem os níveis do Diablo I adaptados para o Diablo III. Um portal fica aberto em Tristam, que leva ao passado, e permite entrar na antiga versão da Catedral de Tristam, chamado no "Remake" de O Labirinto.



O evento é bem satisfatório de jogar. Ele não é igual ao Diablo I, mas uma adaptação. Encontramos uma Tristam destruída e com seus habitantes mortos logo quando entramos no portal - no jogo original, eles estavam todos vivos, uma peculiar diferença.

As cavernas
A estrutura do Labirinto é igual ao do Diablo I. O primeiro jogo da franquia só tinha 16 andares de masmorra para concluir (pasmem) fora algumas salas extras, como a câmara do Leoric e a passagem submersa. Quando você chegava nos níveis 5, 9 e 13 um atalho para a cidade se abria, o que no Diablo 3 não ocorre. Se quiser vencer o chefão tem que passar pelos 16 niveis de uma vez.

Uma coisa que me decepcionou um pouco foi que o Design dos níveis não segue a mesma lógica/logaritmo/design dos níveis do Diablo original. O que mais me decepcionou foram os níveis da caverna (9-12). O Design desses niveis era de uma grande area com poucas paredes e com rios de lava que o jogador tinha que atravessar usando uma ponte. O design no evento ao invés de criar uma grande área criou uma caverna com longos corredores estreitos e nada de lava - o que faz com que o comentário da sombra do passado "It's getting hot down here" (Está ficando quente aqui embaixo) sem sentido.

Outros três prazeres que eu tive nesse nível foram:

1) A trilha sonora: Nostalgia é uma coisa incrivel, nos faz sentir um troço estranho por tão pouco, né? Toda a trilha sonora de Tristam e do Labirinto é igual à trilha sonora original. As músicas, os efeitos dos monstros, seus gritos, o som de uma porta abrindo. É muito legal ouvir os sons originais! Compensa o fato do visual dos níveis não ser semelhante ao visual original.

2) Itens originais: Não obstante, outro elemento do fator nostalgia é a presença de itens  do Diablo I como peças do Diablo III. Eles aparecem como itens incomuns (Azuis), mantém a arte original e ganharam um texto ilustrativo. Bacana!


3) A Dificuldade e os Chefões: Quando fui com meu Demon Hunter todo equipado com lendários, gemas e 300 pontos de excelência, foi até fácil. Mas ao iniciar um novo jogo na temporada, sem itens extras nem pontos de excelência a coisa ficou mais difícil. O Labirinto não é molezinha, e isso é um ponto positivo!

Outra coisa que eu curti foi que os chefões foram adaptados do original e estão bem fiéis. O Butcher e o Leoric estão iguais! O Lazarus nem tanto, mas o estilo adaptado é fiel ao Design original (Só faltou a criança sacrificada no altar para ficar completo). E o Diablo eu não sei dizer porque só enfrentei uma vez - embora possa dizer que o nivel 16 do labirinto é bem diferente no Diablo I.

Rei Leoric
Enfim, só queria mesmo era compartilhar o quanto esse modo é massa. Ainda vou fazer todos os meus personagens matarem o Diablo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Novidades Pokemon Sun/Moon: Segura essa Marimba!



Dia 01 de Agosto foi dia "de tiro" em termos de Pokemon Sun & Moon. A humanidade não estava preparada para o que estava por vir. Juro que não sabia que ia ter anúncio hoje! Nossa, por onde eu andava? Azeroth

Muitas novidades vieram e estão fazendo todo mundo crer que estes serão os melhores jogos de Pokemon de todos. Os novos pokemons estão muito legais, tanto os que queremos ter como os que queremos apenas para zoar. Como é o caso do Gumshoos, evolução do Yungoos, e apelidado carinhosamente de Donald Trump. Só pra entender o poder da referência, #MakeAlolaGreatAgain já ganhou destaque no Twitter.
Separados no nascimento.
Vikavolt por sua vez é um dos pokemons que eu mais amei. E acho que apenas eu percebi como ele se parece com o Evangelion Unidade 6 do Rebuild of Evangelion. Praticamente igual!!! Curti, inclusive o pokemon grinalda (Leave Comfay Alone!), nova best friend de Florges e Sudowoodo no quesito pokemons que parecem tipo Grama mas não o são.


Ainda estou torcendo também pelos outros três pokemons entidade de Alola, e espero que eles sigam o modelo do fan-base e sejam todos totems muito legais. (Sim, gosto de Totems. Sim, ainda tou devendo um texto sobre os Totems no WoW. Voltei férias agora, me deixa)

Outra grande novidade são os pokemons de Alola que possuem uma forma diferente da que possuem "no resto do mundo". Exeggcutor é Grama/Dragão (da onde?) enquanto Sandshrew, Sandslash, Vulpix e Ninetales são Gelo como tipo primário. Existem rumores sobre Arcanine e Growlithe do tipo água, Rattata e Raticate tipo Dark e a família do Abra do tipo Lutador. Agora a questão é a seguinte: como praticamente todo tipo de variação de forma, tipo e aparência possui alguma relação com algum fenômeno da Natureza ou fenômeno científico, em qual fenômeno da biologia estas formas de Alola são baseadas? Pois se tratam da mesma espécie, mas com um características completamente diferentes.


Agora a mudança mais impactante: Não teremos ginásios!!!! Isto é muito bom por um lado sim, pois a fórmula dos oito ginásios + Elite dos 4 durava já o quê? Vinte anos? Claro que se trata de uma fórmula que parece que nunca perderá a graça, afinal, são infinitas possibilidades de ginásios e de Lideres diferentes. E é muito bacana ver o ginásios e as insígnias. Mas pokemon precisava se renovar. E trazer uma nova linha narrativa, a do ritual de passagem, é bem bacana, diferente e ao mesmo tempo trás um novo olhar para a jornada pokémon.



Por fim, quero dizer não sobre o que foi dito, mas sobre o que não foi dito. Tenho duas considerações:

Morri de procurar um Fanmade da Alola Jynx.


1 - AUSÊNCIA DA EQUIPE MALIGNA: Até agora não existe traço da equipe maligna que existe em Alola. Será que o clichê de equipe do mal que tenta usar pokémon lendário foi abandonado? Principalmente após o fiasco que foi Team Flare sorry? Será que teremos uma narrativa centrada mais nos seus personagens, sua jornada e processo de crescimento e de passagem por rituais - sem que as crianças precisem combater uma organização adulta? Se sim, vai ser bem legal. Principalmente porque Lunaala e Solgaleo não serão pokemons a serem salvos, mas parte da jornada.


2 - AUSÊNCIA DE MEGA POKEMONS: Até agora não vimos nenhum novo mega pokémon. E não apenas isto, pois, a menos que tenha me escapado, nenhum mega pokémon também apareceu em nenhum trailer. Isto significa que os Mega Pokémons foram abandonados pelo jogo? Será que eles não deram muito certo no meta-game? Eu espero que não, mas apenas saberemos depois, principalmente se o Abra realmente ganhar uma versão lutadora. Caso os Mega Pokemons não estejam presentes, será que Moon/Sun vai fazer parte da linha temporal 2?

Calma aí! Mas o que é esse lance de linha temporal? Trata-se de uma constatação minha, mas tenho certeza que outras pessoas devem ter chegado a mesma conclusão. Existe três linhas temporais nos jogos de pokémon:

Linha 1: Primeira e Segunda geração. Kanto e Jotho são isoladas. A globalização é fraca.
Linha 2: Terceira, quarta e quinta geração. Mundo globalizado e muitas viagens entre regiões. Mega evoluções não existem.
Linha 3: Sexta geração. Kalos se envolveu em uma guerra com outra nação e Rayquaza mega evoluiu ao atingir um meteoro. O mundo é menos globalizado do que na linha 2, mas não é isolada como na linha de número 1.


Coisa mais fofa! Kero!
Se você levar em conta os diálogos da Zinnia no Episódio Delta dá para chegar nesta conclusão bem facinho.

Por último, a especulação final: Pokemons montaria serão substitutos dos HM. Não teremos mais Hidden Machines, mas ao invés disto, teremos pokemons emprestados para usar em campo. Eu torço para que seja sim, não curto mais a mecânica dos HM's.







ALOLA, PODE VIR SUA LINDA!

Meu último pedido para o jogo: Um rival que preste, por favor! X/Y teve cinco companheiros/rivais e nenhum valeu a pena, e ORAS também nem se fala direito. Se o jogo não tiver equipe vilã, não existem desculpas para que Sun/Moon não tenha um rival digno.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Três joguinhos do Game Boy Advance (GBA) que vale a pena conferir


Esses dias estava me lembrando dos tempos em que meu meio principal de jogo era o emulador do GBA. Esse tempo passou e eu hoje tenho um Nintendo 3DS e uma conta da Blizzard cheio de coisas pra fazer toda semana.

Mas nesses tempos eu estava lembrando dessa época feliz em que podia jogar demais mesmo quando a conexão com a internet estava ruim, e resolvi dar aqui umas dicas de jogos de GBA.

Segue aí


Advance Wars 2

Pense num jogo para eu amar! Advance Wars merecia uma continuação digna para o 3DS ou para o próximo portátil da Nintendo. É fácil de aprender o sistema básico e vai ficando complexo e complexo na medida em que mais unidades vão sendo incluídas e novos Comandantes aparecem. O Advance Wars 2 é melhor que o primeiro por ter uma campanha mais diversificada e o modo de ensinamento ser mais empolgante do que o tutorial do primeiro. Tem uma missão com um vulcão! Além de que existe uma campanha na dificuldade Hardcore, destravada após completar a campanha normal - e muito difícil, mesmo!


Fire Emblem

O jogo da Lyn, Eliwood e Hector. Trata-se do prequel do Fire Emblem: The Sword of Bidding. Como foi o primeiro Fire Emblem a chegar nas Américas o subtítulo foi perdido, que originalmente é Sword of Flame. Um jogo cheio de personagens cativantes (zerei cinco vezes), que envolve RPG e estratégia e requer uma boa habilidade de planejamento, uma vez que as mortes são permanentes. Vale a pena demais!




Rockman EXE 2

Mistura de ação de estratégia com card-game. Rockman EXE é uma série muito massa e que super recomendo, mas, em especial, o EXE 2 é muito bom! Enredo simples, mas efetivo, sistema de batalha bem feito, cenários muito intrigantes para se explorar e ir abrindo caminho. A única parte mais chatinha são as missões errantes, mas apesar disso, EXE 2 é muito bom. E é cheio de extras pós-game, muito desafiadores (só consegui vencer metade)



quinta-feira, 21 de abril de 2016

Atenção presa em The Keep, do Nintendo 3ds

A Torre do Watrys. Por dentro, ela
é bem maior do que aparenta!

Até que enfim um post sobre algo diferente do universo da Blizzard (que culpa tenho eu se a Blizzard faz um bom trabalho em fidelizar seu público?)

Nesses dias de correria, estava procurando algo para jogar no meu 3ds, algumas demos para experimentar. Daí, enquanto procurava a demo de Azure Gunvolt (joga muito irado!) acabei me deparando com The Keep. Um daqueles títulos da E-Shop que parecem genéricos demais e que não passam a sensação de ser grande coisa. Mas aí eu pensei, poxa, alguém investiu tempo e dinheiro neste jogo, e ainda disponibilizou a demo para download. E se fosse eu que tivesse recursos limitados e ainda assim investisse no meu projeto? Tive que dar uma chance ao jogo.

E não me arrependo. Tanto que decidi comprá-lo antes de Azure Gunvolt!


O jogo é um Dungeon Crawler em primeira pessoa, estilo em que você precisa passar pelos desafios de uma masmorra. Na história do jogo um mago maligno chamado Watrys, que vive em uma fortaleza (The Keep) está perturbando uma cidade e você encarna o papel de um guerreiro veterano que resolve ignorar a decisão do conselho de deixar quieto e vai tentar acabar com a ameaça com as próprias mãos. Muito simples. Mas funciona. Não aparenta ter nenhuma grande reviravolta a vir, nem nenhum drama ou amadurecimento. Mas é o suficiente para justificar a aventura.


O jogo possui um sistema em que você precisa explorar os níveis, enfrentando inimigos em tempo real e resolvendo alguns simples pluzzes. Nada demais, mas funciona. Consegue entreter e o desafio vai crescendo em um nível bom. Para lutar com os inimigos, o jogador pode partir na porrada com algumas armas ou usar magias. A jogabilidade utiliza a caneta stylus para quase todas as funções, a gente só precisa do direcional mesmo é para andar. A gente balança a Stylus fazendo o movimento da arma, e ele realiza o golpe correspondente.

O sistema de runas mágicas.
O sistema de magias é ordenado na forma de runas. Elas podem ser utilizadas individualmente, mas são muito fracas. O lance é combinar as runas para ativar magias, o que é bem interessante. Minha reclamação é que os pergaminhos que ensinam a usar as combinações de runas são fáceis demais de achar - até agora - então não tem muito o fator de exploração, tentativa e erro.


O combate não se resume a ficar parado e atacando, é preciso recuar as vezes, esperar a recarga das runas, aproveitar as pequenas (muito pequenas) brechas dos inimigos. As batalhas não são estáticas. Pelo menos não onde eu estou até agora, ou não consegui fazer um personagem forte. Mas tudo parece tão equilibrado que acho difícil isto acontecer.


Sobre o sistema de fases, uma coisa que eu curti muito é que em todas as fases existe um contador de inimigos mortos (mostrando o total de inimigos, inclusive) e existem segredos nas fases. Daí, ao final de cada missão em mim surge o efeito de tentar eliminar algum inimigo que tenha escapado ou procurar algum segredo da fase que eu não conseguir achar.


Eu tenho a reclamar que o sistema de estamina é meio chato, mas eu entendo a sua função no gameplay, é passável o problema. Outra reclamação é quanto a como alguns inimigos do jogo são estúpidos, como ratos e morcegos. Mas dá para passar por isto, de boas.

Enfim, eu ia postar sobre o jogo apenas depois, mas estou a tanto tempo sem postar nada e também estou tão empolgado com The Keep, que precisava compartilhar com o mundo que vale a pena dar uma chance a este jogo.

Com certeza não é uma obra-prima dos games ou nem mesmo pode possuir a profundidade de um grande RPG... mas vale a pena como um passatempo interessante e desafiador.


domingo, 17 de abril de 2016

Sete Impeachments necessários no mundo dos games.


Hoje o Brasil praticamente parou devido ao processo de Impeachment de Dilma Rousself. Eu mesmo não fiz mais nada hoje a não ser praticamente assistir a Tv Câmara.

Aproveitando a deixa e um surto de criatividade, listo um conjunto de sete Impeachments necessários no mundo dos games hoje. Gamers do mundo todo, vamos protestar!


1) Impeachment à ausência de Rain no Mortal Kombat X

Rain, também conhecido como Sub-Zero Roxo, é um personagem clássico e possui vários fãs. Ele já tem um modelo no jogo, já tem alguns golpes e aparece na história inclusive. Porém, dois Kombat Packs depois e o Rain ainda não foi incluído no jogo! Impeachment nisso! Nada a ver o Leatherface e o Bo'Rai Cho sem ter o Rain (Mas não reclamem do Xenomorph, ele é importante sim! <3)



2) Impeachment a falta de locação de Ace Attorney: Ryunosuke

Dai Gyakuten Saiban: Naruhodō Ryūnosuke no Bōken(大逆転裁判 -成歩堂龍ノ介の冒險-; lit. "Great Turnabout Trial: The Adventures of Ryūnosuke Naruhodō") é um prequel da série Ace Attorney que se passa em Londres, e explora julgamentos com um Juri. Porém, a Capcom decidiu que o jogo não virá para o ocidente e não será localizado em inglês. Ai meu coração! Não pode ser!



3) Rockman X7 como um todo

Rockman X é uma série fantástica. Amo todos os jogos do X1 ao X6 (mesmo com alguns defeitos de alguns títulos). Porém, o X7 é horrível. A mudança de jogabilidade foi uma péssima decisão. O estilo mais arrastado, a ausência do X no começo do jogo, a falta de ação de verdade dando lugar ao Smash Button. Mas faz sentido o jogo ser muito ruim: Rockman X deveria ter terminado no X6, que é um jogo que nunca deveria existir. Então o X7 é o não deveria existir ao quadrado! Enfim, péssima decisão que merecia ser apagada da história dos video-games.


4) Impeachment à direção do Heroes of the Storm.

Tinha que ter menção à Blizzard, né? Pois bem, eu não jogo Heroes of the Storm, mas geral reclama que o servidor Brasileiro é horrível, cheio de lag e ping alto. E a equipe da Blizzard ao invés de focar todos os seus esforços nesta questão, fica lançando promoção pra atrair mais jogadores e distribuição de montarias e Skins. Assim não dá pra te defender, Blizz!



5) Impeachment da equipe que acabou com o suspense e terror na série Resident Evil

Quando eu joguei Resident Evil 1 e 2, eu me caguei todo de medo. Hoje, Resident Evil (a série principal) não passa de um jogo de ação que traiu completamente suas raízes. Isso começou com Resident Evil 4, mas o jogo se manteve fiel a perspectiva de terror. Claro que chega um ponto neste jogo em que você não tem mais medo de terroristas e nem nada. Mas em sua essência, o suspense está lá. O terror está lá. Porém, com Resident Evil 5 e 6, o suspense e ambientação morreu para dar lugar a ação completamente exagerada, ausência de pluzzes e momentos irreais. Que morte horrível para uma série tão icônica...




6) Impeachment da equipe de marketing de Pokemon Sun & Moon

Primeiro, eles marcam um dia para mostrar Trailer de pokemon Sun & Moon, e quando chega o dia eles exibem o Trailer repetido que não mostra nada do jogo. Depois, eles colocam na revista Coro Coro as capas dos jogos todas ofuscadas. Assim não dá! Impeachment nesta equipe de marketing e que na próxima edição de Coro Coro já sejam divulgados todos os novos pokemons, megas, líderes de ginásio e membros da elite dos quatro!

Foi uma palha assada!

7) Impeachment ao adiamento do Half Life 3

Outro absurdo! Faz séculos que a Valve protela o Half Life 3, um dos jogos mais aguardados do mundo do FPS. Mas sempre, E3 após E3, a Valve sempre aparece sem novidades e sem sinal de que o jogo esteja nem em desenvolvimento. Outro absurdo da existência humana. Nós precisamos de Half Life 3, Valve! Entenda isto!

Eu quero acreditar!