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segunda-feira, 5 de março de 2018

O Problema do Roteiro do WoW

No marketing existe uma ferramenta que consiste em basicamente pesquisar como o público pensa para poder oferecer serviços e produtos que possam chamar a atenção ou agradar mais os consumidores.

Trata-se de uma ferramenta legítima e que possui sua importância, mas que não pode ser abusada, principalmente em alguns mercados como os que envolvem histórias sendo contadas (novelas, animes, jogos, etc). Basicamente porque a população média pensa como consumidor e não como escritores ou designers.

Um exemplo do que estou falando foi o que aconteceu com o final do mangá/anime Bleach. O roteiro passou a ser orientado pelos desejos dos fãs, dando o que eles desejavam e até revertendo a morte de um personagem muito querido, e o resultado foi terrível. A última saga de Bleach é muito ruim.

Um dilema semelhante acontece com o World of Warcraft, que é o maior tema do meu blog atualmente. Se for feita uma pesquisa rápida com os jogadores é possível ver que a maioria deles tem maior afinidade com a Aliança do que com a Horda. E os roteiristas e escritores do jogo se guiam a partir desta informação. Personagens da aliança são muito mais destacados do que os personagens da Horda, inclusive, durante Antorus não temos nenhum personagem da Horda participando do combate final contra a Legião. E o número de personagens Humanos é muito maior do que qualquer outra raça, o que se reflete inclusive no número de Campeões de Ordem da raça humana (só na Ordem dos Sacerdotes temos três).

Ao invés de criar personagens da Horda que possam equilibrar a disparidade entre a identificação dos jogadores, e criar conteúdo para ambas as facções de forma equilibrada, eles seguem pensando como população comum ao invés de roteiristas/designers neste sentido.

Este problema se reflete também em outros conteúdos. A morte de Vol'Jin e sua substituição por Sylvannas aconteceu, principalmente, porque Sylvanna's é a personagem mais querida dentro da Horda (tou mentindo?)

E com os Pandarens este problema se intensifica, porque a história deles continua sendo orientada como sendo uma raça de brincadeira fazendo paródia com Kung-Fu Panda. Quando poderíamos ter uma raça que tivesse uma perspectiva mais neutra e mais crítica dentro das facções - e talvez secretamente tentando construir um acordo de paz.  Mas ao invés disto temos personagens e histórias Pandaren sem relevância nenhuma: Ji Pata de Fogo não aparece na cinemática do banquete de comemoração da Horda; e a campanha da Ordem dos Monges foi em busca de uma cerveja, enquanto o mundo estava em guerra contra a Legião.

Eu sou um jogador que jogo em ambas as facções. Oito personagens nível 110 e contando. E queria ver histórias com grande relevância política de ambos os lados. É pedir muito que a Blizzard pare de usar os fãs como PRINCIPAL orientador de como suas histórias vão ser escritas?

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Personagem Audacioso: Leislayne

Eu escrevi este texto no começo de Legion, mas nunca postei. Estava revendo meus documentos e encontrei o texto, então resolvi postar. Em parte In Memorian, pois Leislayne (nivel 20 maga) foi substituída por Kaliztra, uma Filha da Noite.

Leislayne, no momento em que a encontramos.

TEXTO ORIGINAL: 

Legion veio arrasando total todo o Lore e já começou matando uma galera: Varian Wrynn, Tirion Fordring e Vol’Jin partiram dessa para melhor, reduzindo o nosso contingente de heróis e lendas de Azeroth.

Por outro lado, a franquia está carecendo de novos personagens, principalmente personagens de outras raças que não Humana.
Neste sentido, escrevo compartilhando uma personagem que eu pensei em criar para a minha conta, e, como de praxe, eu meio que crio um Lore para cada personagem, como eu fiz com o meu Main de Legion (e primeiro personagem que eu criei no WoW) o Umbralâmina Thurbons.

Mas, com este personagem, resolvi escrever uma história mais ambiciosa: A seguir apresentarei Leislayne, Trollesa Maga da escola Arcana, como se fosse uma personagem oficial e do qual grandes coisas se esperam do futuro.

NO LUGAR CERTO E NA HORA CERTA (OU: SE EU INVADI KHARAZAM FOI PRA CRIÁ MEUS PET)
Leislayne seria apresentada ao jogador durante as missões pré-lançamento de Legion. Depois de visitar Ulduar e descobrir sobre a necessidade dos Pilares da Criação, Khadgar e o jogador vão para Kharazan tentar encontrar registos sobre as relíquias. Durante o confronto com os demônios, ao chegar na biblioteca, eles encontram uma jovem Trollesa lendo uns livros.

Khadgar: Quem é você e o que você está fazendo aqui?
Leislayne: Calma air cara! Fica frio. Sou apenas uma jovem trollesa que vim até aqui pra descolar umas leituras. Tou na paz, cara.
Khadgar: Você invadiu a tenebrosa e onipotente torre de Kharazam apenas para ler uns livros mágicos?
Leislayne: É cara. Essa torre fica bem em cima de uma das artérias do mundo, cara. E eu vim aqui conferir porque me disseram que tinha uns conhecimentos sinistros aqui.
Khadgar: E como você conseguiu passar pelas barreiras de armadilhas de Kharazan?
Leislayne: Eu também sei fazer magia, xará!
Khadgar: Não acredito no que ouvi... (ouve-se um estrondo) não importa! Se você está do nosso lado, nos ajude na nossa missão!

Após o evento em Kharazam, todos se teletransportam de volta para Dalaran e Khadgar resolve convidar Leislayne para se juntar ao Kirin Tor. Na próxima vez que o jogador se encontra com Leislayne, ela revela que Khadgar a convidou para se tornar aprendiz dele. A Maga Tróllesa então passar a acompanhar o Arquimago, que vê nela grande potencial, porém os dois na verdade vivem discutindo. Sempre que Khadgar tentar ensinar algo a ela ou explicar os fenômenos mágicos, ela discorda do ponto de vista do Guardião, explicando os fenômenos a partir da visão que os Trolls possuem do mundo. Com o passar o tempo, Khadgar assume que ele mais aprendeu coisas novas do que ensinou.

Leislayne, na minha imaginação, teria uma participação mais ativa em Azsuna, ajudando o Dragão Azul Senegos a suportar a dor com sua abordagem completamente não tradicional da rede mágica. “Trolls não consideram as linhas arcanas como um fenômeno separado da natureza, cara. Dragões Azuis são como Dragões Verdes, só que azuis”.  Ela acompanha o jogador por um curto período de tempo mas seu papel é acompanhar Khadgar como sua aprendiz.

PERSONALIDADE
Em Aszuna, usando a cor da Horda.
Leislayne possui como características fortes a franqueza, a leveza e o fato de não ser muito ligada com questões de hierarquia e títulos. Isto faz com que ela se dirija ao seu mentor, Khadgar, da mesma forma com que se dirige aos seus colegas de tribo.
A marca registrada de Leislayne seria, após receber uma lição de Khadgar sobre as linhas de meridiano e o comportamento das energias arcanas, dizer ao seu mestre que não concorda com o ponto de vista dele, e começar a fazer inúmeros questionamentos sobre os pontos de Khadgar abordou, além de colocar o ponto de vista dos Trolls sobre o assunto, refutando a maior parte dos ensinamentos que lhe foram passados pelo Guardião. Comportamento este que ela repete em relação aos cristais de meridiano, aos dragões azuis, à conversão de energias arcanas em fogo, ao comportamento das distorções temporais.


RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS
Leislayne é uma personagem que seria amigável com as duas facções. Ao assumir a posição de aprendiz do Arquimago, ela acabou aceitando adotar uma postura mais neutra em relação ao conflito das duas facções de Azeroth. Mas ela deixa bem claro que sua lealdado tem um limite, que é o bem estar de seu povo, os Lançanegra. Quando sua neutralidade significar algum tipo de perda para os Troll Lançanegra, ela já comentou e deixou claro que abandonará, sem pensar duas vezes, a posição de aprendiz de Khadgar.
Por outro lado, os Lançanegra não possuem uma posição tão convicta e unânime em relação à Leislayne. Uma parte dos Lançanegra acham a posição que ela ocupa trás honra ao clã e pode fortalecer o povo após o baque da morte de Vol’Jin. Outra parte, porém, consideram que a Trollesa está virando as costas para o seu povo neste tempo de dificuldade e, ainda, que ela está traindo o clã ao compartilhar com Khadgar parte do conhecimento ancestral que os Trolls detém sobre a magia.

No ataque ao Baluarte da Noite, até o final de Legion
Sylvanna’s Correvento se manifestou em relação a esta nomeação. Ela disse em pronunciamento oficial que enquanto ela mantiver uma postura de Neutralidade e não beneficiar a Aliança, toda a Horda deve considera-la como um importante aliado na luta contra a Legião, e que qualquer membro da Horda que tentar qualquer coisa contra Leislayne será acusado imediatamente de traição. Dizem os boatos que a Rainha Banshee vê com muitos bons olhos uma Trollesa leal à Horda ser aprendiz do atual Guardião, e que isto pode ser muito benéfico.

Existe também um rumor que diz que quando Jaina Proudmoure teve um surto de irritação ao ficar sabendo da nomeação de Leislayne como aprendiz de Khadgar.



FRASES CELEBRES:
“Gente, o que foi que aconteceu? Eu tava lavado o cabelo, não vi nada!” – Logo após Dalaran ser teletransportada para as Ilhas Partidas.
 “Se me atacá eu vou atacá” – Para jogadores portando Strom’kar, a espada matadora de Trolls.
“Hey, psiu! Você sabe fazer o grito da pantera?” – Para Druidas em forma de gato.
“Esse cristal de meridiano aqui não tem como ficar triste, ele é concreto. Mas nós, né...” – Em Azsuna, após Runas perder a consciência, se o jogador ficar muito tempo próximo à ele enquanto Leislayne estiver acompanhando.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Campanha Racial em Battle for Azeroth

Um mundo em guerra
Comprei hoje Battle for Azeroth. Estou esperando o pagamento (via boleto) ser processado para poder aproveitar os bônus de pré-venda. Uma das coisas que eu amei em Legion foram as campanhas por classe. Meu grande desejo é conseguir completar todas antes de Battle for Azeroth.

Atualmente estou com o Cavaleiro da Morte no 110 (meu oitavo personagem no nível máximo em Legion).

Então, o que eu realmente acho que deveria existir em Battle for Azeroth são campanhas, missões especiais, para cada raça do jogo.

Durante Warlords of Draenor eu ficava me perguntando o que cada líder de facção iria fazer na batalha em Draenor alternativa. Por exemplo, com uma chance de conhecer Ner'zhul, e a Sylvannas não vai fazer nada? O Rexxar original não iria atrás das origens dos Senhores do Trovão? Fiquei pensando nessas coisas, mas, na real, os líderes de facção não fizeram quase nada.

Campanhas Raciais em BFA são uma oportunidade de ouro.

- São uma oportunidade de expandir a história do conflito entre Horda e Aliança e torná-la Global, colocando quests e cenários por todo o mundo.
- As histórias poderiam ter tanto um núcleo comum como um nucleo compartilhado. Por exemplo, os Worgens teriam missões na Floresta Pinha Prata, e apenas eles teriam missões lá. Mas os Worgens também poderiam resolver um conflito em Felwood (Selva Maleva) assim como os Taurens. Enquanto que os Taurens e os Taurens de Alta Montanha teriam missões em Feralas, mas apenas os Taurens teriam nos Sertões Sul. Apenas alguns exemplos para ilustrar.
- Traria conteúdo explorando um pouco da cultura e dos interesses de várias Raças. De uma maneira geral WoW é muito centrado nos Humanos e nos Elfos da Noite.
- A campanha dos Pandarens seria uma ótima oportunidade de dar uma visão "mais neutra" no conflito, uma vez que eles poderiam buscar cessar ou reduzir os conflitos. Além de romper com o rumo paia que a narrativa de WoW dá para os Pandarens.
- Campanhas dos Cavaleiros da Morte e dos Illidari poderiam ser distintas, independente da Raça do personagem, pois eles fazem parte de facções que possuem relações tanto com a Horda quanto com a Aliança.


- Legion introduziu ou explorou muitos personagens como campeões das classes. Seria muito interessante ver esses personagens reaparecendo no conflito entre a Aliança e a Horda. Por exemplo temos Aponi Brightmane e Delas Presaluna, duas Paladinas que são Best Friends uma da outra. Porém, uma delas é da Horda e outra é da Aliança.
- Forçaria os roteiristas a criar conteúdo para a Horda. Sim, este comentário soa meio amargurado porque, na verdade, ele é um pouco. Jogo com ambas as facções e é incrível como a Aliança é muito privilegiada em termos de relevância dos personagens e conteúdo. Por exemplo: Nenhum personagem da Horda participa do combate em Antorus.

Espero, ansiosamente, que os desenvolvedores tenham esta ideia e que vários conflitos entre as raças em diversos territórios aconteçam.
Nenhum Personagem da Horda



domingo, 7 de janeiro de 2018

Voltando a Raidar em 2018



No dia primeiro de Janeiro de 2018, depois de um hiato de mais de seis meses, voltei a Raidar. A proposta veio do meu boy magya, que resolveu Raidar e conseguir alguns itens de set. Ele logou com o seu main, o tecelão da nevoa Pinghuan, e eu resolvi estrear a Yinyana no mundo das Raides. Fomos os dois Healers na Tumba de Sargeras no modo Localizador de Raides, porque afinal era o que nosso ilvl permitia e porque a gente não sabia nada das mecânicas dos chefes.

Minha nossa, como raidar é legal (80% do tempo)! Me deixou saudoso da época em que eu raidava no Molten Core, e é porque na segunda eu só fui de LFR.

Tivemos aquelas batalhas com mecânicas simples que dava pra entender na hora e aquelas batalhas onde “o ki ta conte ceno?”. Ficamos presos do lado de fora da batalha duas vezes (Hartajan e Anfitrião Desolado), sendo que na segunda nem foi tão ruim porque deu wipe geral, então quando a batalha terminou tinha dois Healer vivos.

Na batalha contra o Hartajan a gente ficou se curando e isso contou como se a gente tivesse em batalha, obrigado Blizzards. Inclusive o Pighuan ganhou item.

A raiva que eu tive é que eu gastei seis selos de rolagem bônus e os seis selos me deram poder de artefato. Zero itens.

Mas o motivo pelo qual estou escrevendo este Post é para falar da terceira ala do localizador de Raides da Tumba de Sargeras. Ela só tem dois chefões, a Donzela da Vigilância e o Avatar Caído. Antes de mais nada, só comentando, que queda enorme daquele buraco no meio da sala! Um Trash me empurrou para lá antes do Boss e passei uma eternidade caindo! Enfim, continuando... a primeira luta foi bem bacana, apesar de não entendermos 50% do que estava acontecendo. Eu já sabia da mecânica de pular no buraco com a bomba, então passei ela pro mozão e tudo correu bem. Inclusive, na reta final nós dois éramos os únicos curadores vivos porque uma boa parte do grupo morreu.

Então chegamos no Avatar Caído. Pinghuan ficou babando pelo monólogo vilanesco bem escrito do Kil’Jaeden e depois começamos a batalha... e foi o começo da treta. Nosso grupo não tinha um DPS muito bom, eu e o Ping não conhecíamos bem as mecânicas e eu ainda tava sem uma Gear muito boa (o mozão tinha o lendário da visão do Velen, que quebra um galho), então tivemos dois problemas: um que o Ping morria um pouco mais do que o recomendado, e segundo que quando o Avatar quebra o chão passando para a fase dois o nosso grupo não conseguiu reduzir ele nem a 50% de HP. Tenso!
Então surgiu o primeiro Wipe e ele começou a abrir a boca: Taureal. O Auditor das Curas. O Caps Lock do Reino Moonguard. Aquele que deve ser nomeado como sinônimo de radiação tóxica (Aplicação em uma frase: Nossa, essas bombas nucleares explodem e deixam o ambiente cheio de Taureal-Moonguard).

Ele começou a colocar o Recount dele no chat, de cura, mostrando nossas posições e ficou xingando o Ping por ter morrido e a mim por ter uma cura baixa. Não ligamos. Ele sugere kickar o povo pra fora do grupo, coloca de novo o Recount da cura e fala um pouco mais da gente. Ninguém dá bola e a segunda tentativa é iniciada. Desta vez não morremos à toa, mas o DPS do grupo não está bom e mais uma vez o chefe quebra o chão com muito HP ainda. Desta vez, porém, foi de certa forma pior, porque ele conseguiu quebrar todo o chão da segunda fase e ainda tinha uma boa quantidade de HP. Morremos para o líquido vil no chão e o chefe ainda com uns 20% dos pontos de vida.

Taureal-Moonguard volta a atacar no chat, compartilhando o Recount dos curadores, nos xingando, e também falando algo sobre os DPS. Nós respondemos, não lembro 100% do que o Ping falou, foi algo como “deixa de ser otário”. Eu escrevi um Bullshit no chat (nem sei se ele leu) e então ele iniciou uma votação para kickar pessoas. Não era nem a mim nem o Ping, mas mesmo assim eu votei não e acho que todo mundo deve ter votado não.

Não faz sentido eliminar alguém do LFR, é um grupo para aprendizado, para se ter paciência, e para jogadores que não tem tempo para abordar as Raides de forma profissional. Ou que prefere gastar seu tempo com outras coisas e deixa Raide como algo secundário. Não faz sentido expulsar alguém do LFR, este é um modo softcore. Não gosta? Deixa de ser otário e vai para o Normal! Ninguém te obriga a ir LFR.

Enfim, depois que a expulsão foi negada o Taureal-Moonguard ficou putasso e começou a xingar o grupo de lixo e etc. Alguém respondeu dizendo para ele ir embora (eu também disse isso) e ele deu um Ragequit. Quando ele saiu o grupo comentou que estava satisfeito com a saída dele. Terceira tentativa. Desta vez deu mais certo (os 10% de bônus de dano também colaboraram, né?) e conseguimos vencer o chefão, embora que ainda por pouco. Quando o derrotamos diversos membros do grupo “dedicaram” a vitória ao Taureal-Moonguard e depois presenciamos diálogos entre Velen, Khadgar e Illidan.

Moral da história: Taureal-Moonguard jogou o recount na cara do grupo, sugeriu a expulsão de membros, deu vários gritos no chat e no final virou a piada do grupo. Ninguém o respeitou, ninguém o levou a sério e todos ficaram aliviados e felizes quando ele saiu. Tem gente que volta a jogar depois de 8 meses que a Raide foi lançada e que quer experimentar o modo. Antes de dar gritos e jogar o seu Recount como melhor curador (ninguém se importa) dê sugestões e dicas para os outros jogadores, incentive eles a darem o melhor de si. Ou então dê o seu quit, já que você não é obrigado, mas sem torrar o saco dos demais.

Não seja como o Taureal-Moonguard.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Yinyana, a Libra Oculta (wow)



Nascida na Ilha Errante e desde cedo treinada para ser uma Sarcedotisa, Yinyana não tinha nenhum interesse pelo mundo exterior. Com a chegada de membros das terras estáticas, entretanto, ela logo mudou de opinião. O mundo estava em Guerra, haviam duas facções e diversas outras forças se digladiando e gerando dor, sofrimento e baixas. Sua crença a levava a sentir o dever de andar pelo mundo e oferecer ajuda aqueles que necessitam.

Suas crenças à levaram até a Aliança, um grupo se se apresentou nobre e buscando a justiça; em contraposição aos Bárbaros da Horda, que buscam poder e domínio sobre o mundo.
E assim ela seguiu suas jornadas, se aventurando em alguns momentos com outros viajantes, como o monge pandaren Pinghuan, o paladino do sol Urum e a implacável Tarinadaren. Logo após conhecer esta última, porém, suas convicções e crenças foram postas à prova. A guerreira, apesar de declarar lutar pela Luz e pela Aliança, lutava de forma selvagem e sem piedade, movida por uma grande fúria interior e por um grande desprezo pelos demônios e pela Horda.

A partir disto, ela percebeu as sombras que haviam na aliança. Percebeu que há dentro dela membros que não hesitava em massacrar orcs desarmados e em rendição, que extraíam recursos naturais tanto quanto a Horda em certas situações, que tratavam a população como como meros peões em joguetes políticos, que faziam complôs e armavam traições, aliados a entidades malignas. Haviam membros bons e cheios e virtude e haviam membros tóxicos como o desagradável Taureal.

Ao mesmo tempo, também começou a perceber que a Horda também tinha certa “Luz”. Na Horda há pessoas que lutam para defender seu povo acima de ganhos pessoais; que lutam para preservar suas terras ancestrais e sagradas; que batalham com honra e sem medo de dar a vida por uma causa; que buscam a preservação e a comunhão com a natureza.

De repente o mundo deixou de ser preto no branco. Ela estava confusa. Suas crenças e sua fé estava abalada. Até que ela pôde encontrar o Sacerdote das Trevas Vashyron, um Draenei que busca poder no caminho das sombras. Conviver com ele foi um pouco difícil no começo, mas então ela pôde ouvir um contraponto: Onde há luz há sombra, só não existe escuridão onde não há nada. Ela faz parte da vida, e é preciso abraça-la.

A partir desta revelação, Yinyana abraçou a ideologia do Tao. Segundo a ordem/caos do Tao, deve-se buscar o equilíbrio entre as sombras e as trevas e adotar a filosofia de que a perspectiva de cada membro deve ser balanceada entre o otimismo e a criticidade. Junto com outros Pandarens, tanto da Horda quanto da Aliança, como Ryodai, Xaomien, Aukuuling e Izhao, Yinyana fundou a ordem secreta de nome Kakushi Pondo (A Libra Oculta).

Kakushi Pondo procura manter um equilíbrio entre a Aliança e a Horda, de forma que nenhuma delas tenha mais poder que a outra, e também procura evitar conflitos desnecessários e prevenir baixas. Se uma das Facções obter o controle do mundo haverá um grande problema, pois esta potência dominará as demais raças e provocará morte e destruição. Para evitar este cenário, seus membros agem com cautela, nas sombras, utilizando de diversas técnicas para enfraquecer ou fortalecer as Facções quando necessário.

Se os ideais da Kakushi Pondo estão corretos ninguém sabe ao certo. Mas seus poucos membros acreditam veementemente que apenas o equilíbrio garantirá a sobrevivência do mundo.