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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Atenção presa em The Keep, do Nintendo 3ds

A Torre do Watrys. Por dentro, ela
é bem maior do que aparenta!

Até que enfim um post sobre algo diferente do universo da Blizzard (que culpa tenho eu se a Blizzard faz um bom trabalho em fidelizar seu público?)

Nesses dias de correria, estava procurando algo para jogar no meu 3ds, algumas demos para experimentar. Daí, enquanto procurava a demo de Azure Gunvolt (joga muito irado!) acabei me deparando com The Keep. Um daqueles títulos da E-Shop que parecem genéricos demais e que não passam a sensação de ser grande coisa. Mas aí eu pensei, poxa, alguém investiu tempo e dinheiro neste jogo, e ainda disponibilizou a demo para download. E se fosse eu que tivesse recursos limitados e ainda assim investisse no meu projeto? Tive que dar uma chance ao jogo.

E não me arrependo. Tanto que decidi comprá-lo antes de Azure Gunvolt!


O jogo é um Dungeon Crawler em primeira pessoa, estilo em que você precisa passar pelos desafios de uma masmorra. Na história do jogo um mago maligno chamado Watrys, que vive em uma fortaleza (The Keep) está perturbando uma cidade e você encarna o papel de um guerreiro veterano que resolve ignorar a decisão do conselho de deixar quieto e vai tentar acabar com a ameaça com as próprias mãos. Muito simples. Mas funciona. Não aparenta ter nenhuma grande reviravolta a vir, nem nenhum drama ou amadurecimento. Mas é o suficiente para justificar a aventura.


O jogo possui um sistema em que você precisa explorar os níveis, enfrentando inimigos em tempo real e resolvendo alguns simples pluzzes. Nada demais, mas funciona. Consegue entreter e o desafio vai crescendo em um nível bom. Para lutar com os inimigos, o jogador pode partir na porrada com algumas armas ou usar magias. A jogabilidade utiliza a caneta stylus para quase todas as funções, a gente só precisa do direcional mesmo é para andar. A gente balança a Stylus fazendo o movimento da arma, e ele realiza o golpe correspondente.

O sistema de runas mágicas.
O sistema de magias é ordenado na forma de runas. Elas podem ser utilizadas individualmente, mas são muito fracas. O lance é combinar as runas para ativar magias, o que é bem interessante. Minha reclamação é que os pergaminhos que ensinam a usar as combinações de runas são fáceis demais de achar - até agora - então não tem muito o fator de exploração, tentativa e erro.


O combate não se resume a ficar parado e atacando, é preciso recuar as vezes, esperar a recarga das runas, aproveitar as pequenas (muito pequenas) brechas dos inimigos. As batalhas não são estáticas. Pelo menos não onde eu estou até agora, ou não consegui fazer um personagem forte. Mas tudo parece tão equilibrado que acho difícil isto acontecer.


Sobre o sistema de fases, uma coisa que eu curti muito é que em todas as fases existe um contador de inimigos mortos (mostrando o total de inimigos, inclusive) e existem segredos nas fases. Daí, ao final de cada missão em mim surge o efeito de tentar eliminar algum inimigo que tenha escapado ou procurar algum segredo da fase que eu não conseguir achar.


Eu tenho a reclamar que o sistema de estamina é meio chato, mas eu entendo a sua função no gameplay, é passável o problema. Outra reclamação é quanto a como alguns inimigos do jogo são estúpidos, como ratos e morcegos. Mas dá para passar por isto, de boas.

Enfim, eu ia postar sobre o jogo apenas depois, mas estou a tanto tempo sem postar nada e também estou tão empolgado com The Keep, que precisava compartilhar com o mundo que vale a pena dar uma chance a este jogo.

Com certeza não é uma obra-prima dos games ou nem mesmo pode possuir a profundidade de um grande RPG... mas vale a pena como um passatempo interessante e desafiador.


domingo, 17 de abril de 2016

Sete Impeachments necessários no mundo dos games.


Hoje o Brasil praticamente parou devido ao processo de Impeachment de Dilma Rousself. Eu mesmo não fiz mais nada hoje a não ser praticamente assistir a Tv Câmara.

Aproveitando a deixa e um surto de criatividade, listo um conjunto de sete Impeachments necessários no mundo dos games hoje. Gamers do mundo todo, vamos protestar!


1) Impeachment à ausência de Rain no Mortal Kombat X

Rain, também conhecido como Sub-Zero Roxo, é um personagem clássico e possui vários fãs. Ele já tem um modelo no jogo, já tem alguns golpes e aparece na história inclusive. Porém, dois Kombat Packs depois e o Rain ainda não foi incluído no jogo! Impeachment nisso! Nada a ver o Leatherface e o Bo'Rai Cho sem ter o Rain (Mas não reclamem do Xenomorph, ele é importante sim! <3)



2) Impeachment a falta de locação de Ace Attorney: Ryunosuke

Dai Gyakuten Saiban: Naruhodō Ryūnosuke no Bōken(大逆転裁判 -成歩堂龍ノ介の冒險-; lit. "Great Turnabout Trial: The Adventures of Ryūnosuke Naruhodō") é um prequel da série Ace Attorney que se passa em Londres, e explora julgamentos com um Juri. Porém, a Capcom decidiu que o jogo não virá para o ocidente e não será localizado em inglês. Ai meu coração! Não pode ser!



3) Rockman X7 como um todo

Rockman X é uma série fantástica. Amo todos os jogos do X1 ao X6 (mesmo com alguns defeitos de alguns títulos). Porém, o X7 é horrível. A mudança de jogabilidade foi uma péssima decisão. O estilo mais arrastado, a ausência do X no começo do jogo, a falta de ação de verdade dando lugar ao Smash Button. Mas faz sentido o jogo ser muito ruim: Rockman X deveria ter terminado no X6, que é um jogo que nunca deveria existir. Então o X7 é o não deveria existir ao quadrado! Enfim, péssima decisão que merecia ser apagada da história dos video-games.


4) Impeachment à direção do Heroes of the Storm.

Tinha que ter menção à Blizzard, né? Pois bem, eu não jogo Heroes of the Storm, mas geral reclama que o servidor Brasileiro é horrível, cheio de lag e ping alto. E a equipe da Blizzard ao invés de focar todos os seus esforços nesta questão, fica lançando promoção pra atrair mais jogadores e distribuição de montarias e Skins. Assim não dá pra te defender, Blizz!



5) Impeachment da equipe que acabou com o suspense e terror na série Resident Evil

Quando eu joguei Resident Evil 1 e 2, eu me caguei todo de medo. Hoje, Resident Evil (a série principal) não passa de um jogo de ação que traiu completamente suas raízes. Isso começou com Resident Evil 4, mas o jogo se manteve fiel a perspectiva de terror. Claro que chega um ponto neste jogo em que você não tem mais medo de terroristas e nem nada. Mas em sua essência, o suspense está lá. O terror está lá. Porém, com Resident Evil 5 e 6, o suspense e ambientação morreu para dar lugar a ação completamente exagerada, ausência de pluzzes e momentos irreais. Que morte horrível para uma série tão icônica...




6) Impeachment da equipe de marketing de Pokemon Sun & Moon

Primeiro, eles marcam um dia para mostrar Trailer de pokemon Sun & Moon, e quando chega o dia eles exibem o Trailer repetido que não mostra nada do jogo. Depois, eles colocam na revista Coro Coro as capas dos jogos todas ofuscadas. Assim não dá! Impeachment nesta equipe de marketing e que na próxima edição de Coro Coro já sejam divulgados todos os novos pokemons, megas, líderes de ginásio e membros da elite dos quatro!

Foi uma palha assada!

7) Impeachment ao adiamento do Half Life 3

Outro absurdo! Faz séculos que a Valve protela o Half Life 3, um dos jogos mais aguardados do mundo do FPS. Mas sempre, E3 após E3, a Valve sempre aparece sem novidades e sem sinal de que o jogo esteja nem em desenvolvimento. Outro absurdo da existência humana. Nós precisamos de Half Life 3, Valve! Entenda isto!

Eu quero acreditar!