segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Starcraft Guerras Secretas: Prenúncio?

Guerras Secretas terminou, se é que pode-se chamar aquilo de um fim.

O terceiro capítulo, centrado no Almirante Urun, foi bem pebinha, mas podemos ver que talvez seja o prenuncio de um novo pacote de missões vindo aí.

Se eu fosse desenvolvedor da Blizzard (de novo esse papo) o que eu faria: três campanhas da série Guerras Secretas, cada uma com dez missões.

A primeira missão de cada raça seria gratuita, e iniciaria exatamente onde os quadrinhos terminaram. Narrativamente eu faria com que cada missão acompanhasse um dos personagens principais da trama (Elms, Niadra e Urun) e que cada missão racial ocorresse simultaneamente com a respectiva missão das outras raças. Ou seja, todas as missões 2 ocorrem ao mesmo tempo, assim como a 3 e etc...

Este tipo de elaboração narrativa dá a possibilidade do jogador escolher entre jogar tudo de uma vez com uma raça, ou ir alternando entre as raças para compreender a história de uma maneira mais intricada. E faria com que a histporia não tivesse um quê forçado de grandiosidade, para não cometer o mesmo erro que Nova Missões Especiais.
 

domingo, 29 de outubro de 2017

WoW: O que acontecerá com nossas Armas Artefato?


 [PEQUENOS SPOILERS A FRENTE]
 
Legion esta chegando ao fim e com isto uma duvida paira no ar: o que acontecerá com as nossas queridas e amadas Armas Artefato?
Minha queridinha
Muitas pessoas acham que vamos perdê-las e vamos voltar a usar armas normais. E algumas das armas que estão no jogo são uma opção para quando chegar o conteúdo novo a gente ter algo mais do que umas armas tipo incomum (verde) pra usar.
 
Mas se eu fosse desenvolvedor da Blizzard eu faria diferente. Sim, este é um post sobre minhas ideias e imaginação. Mas se ligue aí, se eu pudesse definir os rumos, ao invés de fazer com que as armas sejam perdidas eu faria o seguinte:
 
Sargeras abre uma ferida em Azeroth, destruindo Silithus (muita gente odeia aquele lugar mesmo) fazendo escorrer sangue de titã e ferindo gravemente a Titan Azeroth. As doze ordens das classes conseguem trabalhar juntas fechar o ferimento mas também extraem sangue de titã, que é utilizado para potencializar as armas artefato.
 
Silithus Destruída
Com isto, um novo sistema de progressão de artefato é destravado e o anterior é descartado. Itens que concedem poder de artefato são removidos do jogo, junto com o sistema antigo, que não teria relevancia em termos de leveling do 110 para o 120.
Um sistema de compensação iria garantir um conjunto de recursos extras no novo sistema dependendo do quanto de niveis de artefato foram destravados nas armas, garantindo uma transição justa. Por exemplo, se você tem 60 níveis de artefato destravados, na transição você ganharia, sei lá, 10 níveis de neo artefato, por exemplo, no novo sistema durante a transição do 7.4 para o 8.1.

O conhecimento de artefato dividido igualmente entre todos os personagens seria então uma forma de garantir que todos os jogadores possuam uma chance de experimentar o sistema final no jogo, e garante que todos possam conseguir uma grande quantidade de poder de artefato para a transição. Reliquias, entretanto, continuariam iguais, tres para cada arma artefato.

Isto é o que eu faria, com certeza não agradaria um monte de gente, mas garante um novo sistema de progressão ao invés de acumular outro em cima de um que já existe ou simplesmente descartar as armas mais poderosas de Azeroth.

Claro que a Blizzard talvez não faça isto. Ainda existe a chance de todos usarmos nossas armas artefato para selar o ferimento em Silithus, e com isto a perdermos.
 
Se o poder fosse meu, o próximo passo seria os Artefatos Titanicamente Empoderados.

domingo, 22 de outubro de 2017

Meio que abandonado

Eu não paro de pensar em algumas coisas que eu queria escrever ainda. Continuar com a série sobre a história fantástica do Stacraft 1, escrever sobre a jornada para se obter a Verigan Fist no WoW, colocar alguns personagens meus aqui, compartilhar uma teoria sobre o Pesadelo Esmeralda, etc.

Mas o trabalho tá intenso e quando eu tenho tempo livre eu:
1) Durmo mais do que cinco horas por dia;
2) Jogo world of warcraft um pouco;
3) Beber uma cerva pq, né?

Mas como a Blizzcon se aproxima eu tou ficando na piração de escrever, então acho que lá vem mais uns sete posts quando baixar a fase maníaca.

Enquanto isto, tou traduzindo um relatório pro inglês. Mais sete paginas e eu termino.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Tarinadaren



Após muitas décadas voando pelo espaço, Tarinadaren nasceu, a bordo da Exodar. Filha de dois joalheiros, ela sempre ouvia as histórias sobre a sua terra natal, Argus, agora dominada pelos demônios da Legião Ardente. Ela sonhava que um dia o profeta pudesse encontrar um caminho para a salvação, um caminho onde até os Demônios poderiam abandonar suas tradições maculadas e se unir à luz.

Na infância, porém, ela viu o horror do ataque demoníaco na forma da Horda Orquica. Uma máquina de matar baseado na ira e na conquista. A guerra cobriu Draenor e o pai de Tarinadaren foi levado por um guerreiro sedento de sangue.


Porém, sua fé na luz não se abalou, e Tarinadaren levou suas orações para a salvação do seu povo e para que os Orcs pudessem encontrar o caminho da Luz. Sua mãe a treinou nas técnicas básicas de combate, para fins de auto-defesa, mas ela nunca acreditou que um dia precisaria delas. Sua fé estava convicta de que a Luz encontraria um caminho para a paz e a comunhão e a guerra e as grandes trevas se dissipariam.

Em uma noite, ela estava firmemente concentrada em suas orações acerca a procura da paz e do equilíbrio e em um momento de grande clamor pela Luz, acabou perdendo a consciência. Quando retornou de volta a si, estava em volta de escombros da Exodar e rodeada de Draeneis gravemente feridos ou mortos. Um grupo explodiu a nave a tirou seus destroços pelas ilhas locais ao norte de Kalimdor, um dos continentes de Azeroth. Os sobreviventes com habilidades físicas ou mágicas foram recrutados para auxiliar no estabelecimento do novo mundo, e Tarinadaren se voluntariou para auxiliar com o objetivo de encontrar sua mãe.

Ela rezou à fé pela sua segurança e elevou as suas orações ao máximo, oferecendo todos os sacrifícios pessoais possíveis para a Luz, mas foi tudo em vão ao encontrar o cadáver de sua mãe já sem vida e incapaz de ser curada. Naquele momento, toda a fé de Tarinadaren se foi e em seu lugar nasceu uma grande e desmedida raiva.
Incapaz de descansar, a guerreira iniciou sua jornada em prol de seu povo e contra as forças demoníacas. Enquanto os demais aventureiros ostentavam heroísmo e bravura, Tarinadaren lutava com raivas e sede de sangue. Não havia salvação para os demônios ou criaturas das trevas, tampouco aqueles que se afiliam a eles, como orcs, trolls, elfos sangrentos, renegados e goblins, sem exceções. E não existe tolerância para os membros da Aliança que se afiliam ou usam tais poderes, como Bruxos, Sacerdotes das Trevas, Cavaleiros da Morte e Caçadores de Demônios. Todos eles merecem a ira de Tarinadaren.

Após inúmeras batalhas em Azeroth, Tarinadaren acumulou poder e honra em uma implacável campanha contra Orcs, Bruxos e a Horda de Garrosh. Sua reputação como uma guerreira implacável estava crescendo e sua convicção na justiça da sua ira estava mais e mais forte. Porém, com a chegada da Legião um fato inesperado provocou uma grande mudança. Lubridiada por demônios infiltrados, Tarinadaren se voltou contra os seus próprios aliados, vítima de um frenesi implacável criado por mentiras de que eles seriam aliados dos demônios. No meio do combate implacável, o monge pandaren PingHuan conseguiu lhe mostrar a verdade e como sua ira foi um instrumento de perdição frente as manipulações demoníacas.
 
Se ver como uma peça dos demônios provocou uma grande crise, que só foi apaziguada graças à ação do monge e de um sacerdote Draenei chamado Vashyron. Para encontrar equilíbrio e iluminação, ela decidiu aposentar temporariamente suas armíferas e adotar o escudo como instrumento de batalha, focando sua ira para outros fins: ao invés de aniquilar o mal, ela iria proteger o bem e suportar os perigos da aniquilação. E assim seguiu nas batalhas contra as Nagas e contra o pesadelo esmeralda e em parte da campanha em Trommhein e na costa partida. O escudo era sua vocação, e as espadas eram usadas apenas quando não havia outra alternativa.

Então, após vitórias no antigo templo de Eluna, o mundo natal dos Draenei é trazido à orbita de Azeroth. Argus, terra natal dos pais de Tarinadaren estava as vistas e a campanha da aliança (e da maldita horda aliada dos demônios) agora tinha como desafio reconquistar o planeta.

Acreditando ter alcançado a compreensão sobre o equilíbrio entre destruir e proteger, Tarinadaren sacou as duas enormes espadas e se preparou para retornar à batalha. Estava na hora de tornar a demonstrar a sua Ira, agora mais justa e mais amadurecida. Seus pais seriam vingados a partir da reconquista de Argus.

A batalha mais importante para todos os Draeneis estava começando.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Jaina, vilã de vários títulos


Jaina Proudmoore é uma personagem introduzida no Warcraft 3, ocupando a posição de sábia e generosa líder dos humanos que fugiram de Lordaeron. Ela sempre colocou o pacto de equilíbrio e não-guerra entre a Aliança e a Horda em primeiro lugar, sendo capaz de abandonar o próprio pai em nome deste ideal. E abriu as portas da cidade mágica de Dalaran para os membros da Horda, tempos atrás. Jaina sempre foi uma personagem com um alinhamento Bom e Leal (quem manja de D&D entende do que digo).
 
Theramore no more (hue)
Entretanto, ultimamente as coisas tem sido bem diferentes, desde que Garrosh traiu o pacto de não agressão e lançou um ataque à Theramore. Desde então Jaina tem sido bem dura e amargurada com a Horda como um todo, e tem mudado as suas posturas para abordagens mais agressivas e hostis.

Mais recentemente Jaina tentou barrar a entrada da Horda em Dalaran, uma postura oposta a que tinha tempos atrás, e como foi voto vencido, ela se retirou do conselho. Desde então ela tem estado desaparecida, justamente no momento em que Azeroth é atacada pelas forças da Legião, e se especula que Jaina retornará como uma vilã.

O prenuncio disto pode estar em Hearthstone e em Heroes of the Storm:

Em Hearthstone, a expansão "Cavaleiros do Trono do Gelo" apresenta Jaina como uma Lich. Não apenas isto, mas Jaina aparece como a vilã de destaque da expansão pelo Trailer e ela também aparece segurando a Froustmourne (Lamento Gélido).

Em Heroes of the Storm, Jaina é apresentada como uma Dread Lord, com poder vil fluindo pelo seu corpo e no trailer de apresentação do pacote de Kel'Thuzad ela recebe um destaque e possui o papel de traidora do grupo.


Seria um sinal de que o destino de Jaina esta selado e que ela deverá se tornar uma vilã? Tanto a Jaina Lich quanto a Jaina Dread Lord possuem uma relação com as terras do gelo de Nortundria e o poder da morte que emana do Trono Congelado.

Será que Jaina retornará após tomar o poder do trono de Bolvar Fordragon? Aliás, ele também ganhou uma carta na expansão do Hearthstone. Será que seu coração é a cratera mencionada por Il'gynoth em seus sussurros?

Aguardemos

sábado, 19 de agosto de 2017

Guerras Secretas parte 2: melhor


A segunda parte da história de Guerras Secretas foi publicada, como parte da segunda etapa do War Chest do Starcraft 2. O que a principio poderia ser outra decepção no nível da parte 1 acabou se mostrando uma história gratificante, apesar de seis páginas.

A segunda parte de Guerras Secretas aproveita a personagem Niadra (deixada no Limbo após Heart of the Swarm) e aproveita cada oportunidade - das seis páginas - para montar uma narrativa Zerg, coisa que Heart of the Swarm falhou em fazer.

Desta vez foi bem melhor e valeu a pena, apesar de continuar sendo curto demais.



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Starcraft 2 - Sombras da Guerra: Decepção


Mês de Julho eu não ia postar nada porque estou em processo de escrever muitos relatórios e de organizar o próximo semestre. Mas eu tive que postar por causa da decepção de hoje.

Starcraft II lança um novo evento em que um monte de skins para unidades podem ser adquiridas. Este evento vem junto com um conjunto de três histórias, um arco chamado Guerras Secretas.

Essas histórias prometem mostrar o futuro do Setor Koprulu após os eventos de operações secretas. Fiquei em duvida se ficava entusiasmado ou não, porque a história de Starcraft II depois de Wings of Liberty ficou bem infantil e (mais) maniqueísta.

Seria uma chance de mostrar novos eventos a afim de iniciar uma nova narrativa, que voltasse as origens do que era a trama política de Starcraft 1? Seria a chance de explorar o Protetorado Umojano e a União Kel-moriana enquanto facções que possuem suas próprias agendas?

D E C E P Ç Ã O

Guerras Secretas parte 1 possui apenas quatro páginas de história em que mostra uma personagem muito parecida com a Jessica Hall se envolvendo em um esquema de roubo de equipamentos em um planeta com Zergs e sob vigilância de uma nave espacial Protoss comandada por Urun.

E SÓ

Será que os roteiristas não sabem mais escrever histórias boas e com bons ganchos políticos? Será que eu vou ficar assim quando chegar aos quarenta? Porque olha... se isto é explorar a história do setor koprulu, então meus fanfics devem ser verdadeiros tratados sobre o universo.

A próxima parte da história virá dia 16 de Agosto, e eu espero que não tenha que esperar quase um mês para ganhar apenas mais quatro páginas de história. E tomara que essa história xoxa possa evoluir para algo que valha a pena, ao invés de ser um pequeno conflito de nada.